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4 fatores que levam à obesidade infantil

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Há alguns anos, no Brasil e no mundo, várias crianças vêm sofrendo com problemas referentes à obesidade infantil. De acordo com dados de 2013 da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 40 milhões de crianças têm sobrepeso ou obesidade no mundo. Entre 1990 e 2012, o número de crianças afetadas passou de 31 milhões para 44 milhões.

Com o objetivo de apontar fatores responsáveis por nossas crianças estarem sendo afetadas por este sério problema, pesquisadores e especialistas apontaram alguns motivos.

Alimentação inadequada

Quando se fala em alimentação inadequada, difícil não pensar na cultura fast food. Porém, mesmo com a grande quantidade de gordura trans e sódio que o organismo consome ao ingerirmos um hambúrguer, esta categoria de alimentos não é a única culpada.

De acordo com pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos da América, a maior preocupação é a alimentação irregular em casa. Neste estudo, foram avaliadas mais de 4 mil crianças, entre 2 e 18 anos.

Resultados de tais estudos apontaram que as crianças consomem poucas frutas, vegetais e hortaliças em casa e, em contrapartida, há exagero em relação a produtos industrializados, bolachas recheadas e lasanha congelada, além de bebidas doces, como refrigerantes.

Especialistas apontam os pais como principais culpados pela má educação alimentar, já que estes devem orientar os filhos desde que eles deixam o leite materno e passam a ingerir papinha. Porém, nem sempre isso acontece, devido a diferentes fatores, como uma rotina apertada de trabalho dos pais ou até mesmo a falta de informação e o medo de o filho passar fome.

Vale lembrar que, mesmo quando ocupados, os pais devem pensar na alimentação de toda a família de forma saudável. Atitudes simples, como evitar o abastecimento da despensa com guloseimas e deixar uma variedade de frutas acessível, já são um passo rumo a hábitos mais saudáveis.

Predisposição genética ou ambiental

Pesquisas apontam que quando a criança tem ambos os pais obesos ou com sobrepeso, esta possui 50% de chances de desenvolver a doença, já que os genes podem alterar os gastos energéticos, desregular o apetite e a saciedade e/ou mudar a forma como o organismo absorve os nutrientes.

Porém, mais que os genes, o ambiente no qual a criança vive propicia um maior risco de sobrepeso ou obesidade. As crianças tendem aprender com os pais, e se estes não tiverem controle em relação ao que elas comem, nada mais natural que esta cultura seja compreendida como algo natural.

Restrições parentais

Dietas restritivas para crianças só devem ser feitas por recomendações médicas. Caso contrário, estas são ineficientes e prejudiciais ao organismo. Aspectos como o controle em excesso do que o filho come podem provocar ansiedade e traumas alimentares a eles. Além disso, a criança pode desenvolver, no futuro, problemas psicológicos e emocionais, como bulimia ou anorexia nervosa.

Também não se deve esquecer o lado social. Ao proibir a criança de comer qualquer tipo de doce, por exemplo, pode fazer com que ela exagere nesta categoria de alimentos quando estiver sem os pais por perto, como em festas de aniversário ou na casa de amigos. É importante manter o equilíbrio, sem ser proibitivo demais.

Sono irregular

O sono é reparador para todo o organismo, assim como o descanso físico e mental.

Um sono irregular, por outro lado, reduz a leptina, substância que causa saciedade, e os picos do GH, hormônio do crescimento que ajuda na formação de músculos e queima de gordura.

Ainda, o estresse de uma má noite de sono provoca o aumento da grelina, substância que desperta a vontade de comer, além de uma fabricação exagerada de cortisol pela manhã, estimulando a ingestão compulsiva de alimentos e, consequentemente, o acúmulo de gordura na região abdominal.

Estabelecer uma rotina com horários definidos para dormir e acordar é umas das primeiras atitudes que devem ser tomadas para a garantia de um sono tranquilo.

Fontes:
Revista Crescer
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