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Amamentação: Como o homem pode ajudar?

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De acordo com uma pesquisa realizada no Canadá, publicada na revista científica Pediatrics, da Associação Americana de Pediatria, cientistas reuniram 244 casais prestes a ter seu primogênito e dividiram eles em dois grupos. No primeiro, os pais apenas recebiam informações sobre amamentação na maternidade. No segundo, os pais estudaram de seis a doze semana antes do parto. Todos os casais tinham a intenção de continuar com a amamentação exclusiva até os seis meses de idade da criança, porém o segundo grupo foi bem mais sucedido.

Tal estudo chegou à conclusão de que quando as mulheres se sentem amparadas pelos companheiros, elas se enxergam como parte de uma equipe e, assim, têm mais chances de manter a amamentação, mesmo quando se sentem exaustas ou inseguras.

Segundo Bianca Balessiano, psicóloga especialista em aleitamento, da consultoria Posso Amamentar, do Rio de Janeiro, a compreensão dos pais tem aumentado, porém ainda é bem menor do que deveria ser. Geralmente, quando a família volta da maternidade para casa, não há tempo de o pai se envolver com o processo de amamentação porque logo precisam trabalhar. Poucos são os pais que conseguem férias quando seus filhos nascem. Com a licença-paternidade no Brasil, esse aspecto melhorou um pouco.

Para Balessiano, o sucesso da amamentação é mais provável quando o homem se envolve, porque a mulher precisa de um adulto presente, que compreenda esse momento e que crie vínculo com a criança, pois amamentar é cansativo e esgota a mulher física e emocionalmente, além disso, essa conexão emocional é muito mais efetiva quando parte do companheiro do que de outras pessoas.

É normal o homem sentir mudanças no relacionamento e na rotina, porém nem sempre são encorajados a falar sobre este assunto. Uma forma de incentivá-lo a falar sobre esta temática é estimular a convivência com outros casais que estão passando pela mesma situação, trocando informações e compartilhando experiências.

O QUE FAZER?

Não é apenas oferecer mamadeira para o bebê, enquanto a mulher dorme um pouco mais, que o homem pode ajudar. O parceiro pode pegar o bebê no colo, deixando coisas à mão para a mãe, oferecendo um copo de água, uma massagem ou simplesmente estando presente. O homem deve compreender o que está acontecendo e tentar se colocar no lugar da mulher.

Amamentar é uma particularidade da mulher, mas o homem pode ajudar e incentivar tal procedimento, levando em consideração que isto é algo importante para o filho dele.

Busque informações

Como foi revelado na pesquisa, o conhecimento é essencial. O casal pode ler, assistir filmes, procurar especialistas e frequentar grupos de apoio para se informar melhor sobre esta temática, antes do nascimento do bebê.

É importante ter consciência da importância da amamentação para o bebê e para a mãe. Ainda há homens que acham que a mulher fica o dia todo em casa sentada com o bebê no colo durante o período de licença-maternidade, e às vezes acabam não compreendendo como elas conseguem fazer atividades diárias simples, como escovar os dentes e tomar banho.

Ainda, é essencial não criar expectativa de que tudo vai voltar a ser como era antes do nascimento do bebê imediatamente.

Esteja presente

Na fase inicial do aleitamento, normalmente, a mulher passa dias e noites com o bebê grudado nela. Mesmo sendo bom ficar perto do filho, às vezes é enlouquecedor, e para a mãe a presença de um adulto que a compreenda e esteja ali conectado emocionalmente é de grande ajuda. Só a presença, já é uma forma de apoio.

Assuma outras tarefas

O pós-parto é um período exaustivo e a mulher está o tempo todo com o recém-nascido. Por isso, é importante que o pai assuma responsabilidades como cuidados com a casa, compra de alimentos, preparação de refeições e cuidados com os filhos mais velhos (se o casal tiver), etc.

Meio-de-campo

Além da adaptação da nova rotina que o nascimento de um bebê exige, as mães ainda ouvem palpites e comentários, por vezes, inconvenientes. Cabe ao pai ser o intermediário e dizer qual é o limite, principalmente com a família dele. Nem sempre as mulheres têm liberdade e/ou intimidade com a família do marido.

Fonte: Revista Crescer
Imagem: Fotolia

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