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Daltonismo: uma limitação visual

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Cinco por cento da população mundial possui daltonismo, um distúrbio que se caracteriza por uma irregularidade na percepção visual das cores e provoca dificuldade para diferenciar cores como o azul, o verde e o vermelho.

O daltonismo é um tipo de deficiência visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar cores específicas. Este distúrbio recebeu tal nome em homenagem ao químico inglês John Dalton, o qual foi pioneiro no estudo das propriedades do daltonismo.

Existem algumas limitações para pessoas daltônicas. Tais pessoa não podem exercer profissões que exigem boa visão, como atiradores, motoristas profissionais e pilotos. Ações diárias simples, como combinar cores ao se vestir, por exemplo, podem ser motivo de confusão.

Dependendo da manifestação da doença, a pessoa daltônica pode enxergar apenas em preto em branco. Quando é parcial, o indivíduo percebe as cores em tonalidades mais fracas, ou seja, ela reconhece as cores, mas sente dificuldade na percepção de tons. Quando na forma completa, o indivíduo não reconhece nenhuma cor em específico.

É importante ficar atento aos sintomas que crianças daltônicas podem manifestar. Pequenos sinais podem aparecer logo no início das atividades escolares com a confusão de distinção de cores. Este é um sinal importante de que algo pode estar errado e também um alerta para os pais, os quais devem recorrer imediatamente a um oftamologista.

COMO SABER SE É DALTÔNICO?

Existem dois métodos para se identificar o daltonismo, a técnica japonesa chamada Método de Ishihara e a técnica de Farnsworth.

Teste Ishihara

Teste Ishihara

Método de Ishihara: É a mais utilizada para identificar o defeito congênito . Este procedimento consiste na exibição de uma série de 32 cartões coloridos, cada um contendo vários círculos de cores ligeiramente diferentes. Alguns círculos são agrupados no centro do cartão, com um número de cores que somente será visível para pessoas de visão normal. O número de acertos pode variar conforme o grau e o tipo de daltonismo.

Técnica de Farnsworth: É o método mais utilizado para identificar o daltonismo adquirido. O teste é composto por quatro bandejas plásticas contendo cem cápsulas em tons diferentes. O observador tem 15 minutos para posicionar as cores em ordem lógica, levando em consideração as cápsulas fixas nas extremidades da bandeja. A escolha inicial deverá ser a cor mais próxima da cápsula principal, e, em seguida, a cor mais próxima da recém-escolhida e assim sucessivamente até completar a ordenação de todas as cápsulas. Se o paciente confundir a ordem ou a posição das cores, o daltonismo é diagnosticado.

HÁ CURA?

O daltonismo não tem cura. O tratamento depende da causa e só quando o motivo do defeito visual é curado que o distúrbio se estabiliza. Por isso, o tratamento é fundamentado no problema de cada pessoa.

Atualmente, tratamentos por meio da luminosidade e saturação das cores são trabalhados para ajudar pessoas daltônicas a diferenciarem cores.

OCORRE MAIS EM HOMENS QUE EM MULHERES

A origem dessa limitação visual está relacionada, principalmente, à hereditariedade. Nesse caso, sua incidência é, em média, vinte vezes mais comum em homens do que em mulheres.

O daltonismo, em sua forma congênita, está ligado ao cromossomo X. Isso significa que para ele se manifestar em mulheres (XX) é necessário que ambos os genes X sejam portadores da doença, já no caso de homens (XY), apenas um. Daí o motivo desse distúrbio acometer mais homens do que mulheres.

Esta deficiência visual pode se desenvolver de dois jeitos: congênito (quando o paciente nasce com a disfunção na retina) ou adquirido. O daltonismo adquirido tem causas secundárias, como lesões no nervo ótico, na retina ou no córtex cerebral (região do cérebro responsável pelo reconhecimento de imagens). Neste último caso, o daltonismo pode se desenvolver em igual frequência em homens e mulheres, sendo que tais paciente apresentam diminuição da qualidade da visão e dificuldades em enxergar a cor azul.

No caso da forma congênita da doença, não há prevenções. Quanto à forma adquirida, algumas doenças são fatores de risco, como o glaucoma, por exemplo. Por isso, a importância de exames periódicos, devido o diagnóstico precoce atuar de forma mais efetiva na prevenção de várias doenças.

Fonte: MSN Saúde

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