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20/10 – Dia Nacional de Combate à Sífilis

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O terceiro sábado do mês de outubro chama a atenção para o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita.

O objetivo é enfatizar a importância do diagnóstico e do tratamento adequado da sífilis como infecção sexualmente transmissível e especialmente na gestante durante o pré-natal. E chamar a atenção da população e dos profissionais de saúde para a PREVENÇÃO DA DOENÇA.

A Doença

A transmissão da sífilis se dá, principalmente por relações sexuais, assim como por transfusão de sangue, ou ainda, no caso da sífilis congênita, por via vertical da gestante para o filho. Essa última é uma das formas mais graves, pois pode causar má formação no feto, alterações ósseas, surdez, dificuldades no aprendizado e retardo mental.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, só em 2015 foram notificados mais de 65 mil casos de sífilis adquirida, o que representa um aumento de mais de 5.000% em relação ao ano de 2010, quando foram notificados 1.249 casos.

A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) que pode ter consequências ruins SE NÃO TRATADA.

A sífilis se apresenta em quatro estágios (primária ou cancro duro, secundária, latente e terciária). Cada uma delas tem sinais e sintomas diferentes.

A sífilis pode ser transmitida pelo sexo, em relações homo ou heterossexuais. A única forma de reduzir o risco de contrair essa IST é usar preservativo em todas as relações sexuais.

A grávida que adquire sífilis pode transmitir para o bebê. A sífilis congênita vem aumentando muito no Brasil e causando muita preocupação.

Um simples exame de sangue, como por exemplo o VDRL, ou uma sorologia para sífilis, pode indicar a presença da doença e deve ser feito em todas as gestantes e por todas as pessoas com vida sexual ativa, periodicamente.

SEXO SEGURO E FOCO NA PREVENÇÃO SÃO UMA COMBINAÇÃO PERFEITA PARA DIMINUIÇÃO DOS CASOS DE SÍFILIS NO PAÍS!