Capitais e Regiões Metropolitanas - 4007-1035

Demais localidades - 0800 603.7100

Intolerância e alergia ao leite: qual a diferença?

a

Muitas pessoas confundem alergia à proteína do leite com intolerância à lactose, mas qual a diferença?

Há intolerância quando o organismo não produz quantidade suficiente de uma enzima digestiva chamada lactase, a qual é responsável por decompor a lactose (nome dado ao açúcar presente no leite). Caso esta substância não seja decomposta, ela chega ao intestino grosso e logo é fermentada por bactérias, promovendo dores musculares e formação de gases.

Já a alergia é uma reação do organismo em relação a uma proteína, ou seja, envolve o sistema imunológico, o que não acontece quando há intolerância.

 

INTOLERÂNCIA

Sintomas

No caso de intolerância congênita, o bebê apresenta diarreia intensa logo nas primeiras mamadas. Caso ele continue ingerindo leite, seu quadro pode se agravar e chegar a óbito.

Quanto aos demais tipos de intolerância, o desconforto se concentra no intestino e se manifesta por distensões abdominais, flatulência, diarreia e náuseas, sendo comum, também, a perda de peso.

Quando é possível perceber os primeiros sintomas?

Embora seja raro, os sintomas podem se manifestar nos recém-nascidos. No caso de uma deficiência congênita, o bebê nasce sem produzir a lactase (enzima responsável pela decomposição de açúcar). O quadro mais grave da doença é capaz de impedir até o aleitamento materno. Crianças mais velhas também estão sujeitas a este problema.

Vale lembrar que, qualquer pessoa está sujeita à deficiência primária, a qual é uma diminuição natural da produção de lactase. Assim como em todos os mamíferos, o organismo humano foi programado para beber leite somente durante os dois primeiros anos de vida.

Por volta dos 4 ou 5 anos de idade, a quantidade de enzima passa a cair gradativamente, podendo ocasionar a intolerância. Isso costuma acontecer com cerca de 50% das pessoas.

Já quanto a deficiência secundária, esta é provocada por doenças intestinais que afetam de forma temporária a produção da enzima. Após a melhora do quadro clínico, o organismo pode voltar a tolerar o açúcar do leite (neste caso, o problema é reversível).

Como é feito o diagnóstico?

Geralmente, o exame é simples e consiste na ingestão, em jejum, de uma dose de lactose diluída em água. Depois de algumas horas, amostras de sangue são coletadas e indicam os níveis de glicose absorvidos pelo organismo, a partir da quebra da lactose.

Quem já nasceu com a doença pode descobrir o problema por meio de um teste genético, recém-lançado no mercado. Neste último caso, a ingestão de açúcar é desnecessária. Basta coletar o sangue para verificar se há alguma mutação em relação à produção de enzima.

Como o tratamento deve ser conduzido?

Lidar com a intolerância é mais fácil do que lidar com a alergia. Só para ter ideia, em alguns casos, nem é preciso remover totalmente a lactose do cardápio da criança. Quando com baixo teor de açúcar, iogurtes, queijos e até mesmo leites poderão ser consumidos, desde que com liberação do pediatra. É comum, também, usar suplementos da enzima lactase, que estão disponíveis no mercado.

 

ALERGIA

O que provoca a alergia?

A alergia é uma resposta imunológica às proteínas presentes no leite industrializado (seja de vaca, cabra, búfala). O organismo entende que estas substâncias são agentes estranhos e devem ser combatidos, provocando reações.

É importante destacar que o leite materno é isento de tais proteínas, não oferecendo riscos à saúde do bebê.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, um em cada 20 lactantes apresenta alergia, sendo que o risco de manifestar o problema aumenta em até 40% quando pais ou irmãos possuem a alteração. Quanto ao período de surgimento da alergia, não há regra: a alergia pode ser manifestada tanto nos primeiros anos de vida como depois.

Principais sintomas

Os bebês podem manifestar dois tipos de reações alérgicas: a imediata (mais rara, e acontece nas 24 horas que sucedem a ingestão do leite) e a tardia.

Reação alérgica imediata: Dentre os sintomas mais comuns estão urticárias na pele (elevações bem demarcadas acompanhadas de vermelhidões), problemas respiratórios como rinite, asma, bronquite, falta de ar, edema nos lábios, em casos extremos, choque anafilático, o qual pode levar ao óbito caso não ocorra intervenção de urgência.

Reação alérgica tardia: Normalmente ocorre cerca de duas semanas após a ingestão de leite, dentre os sintomas mais comuns estão diarreia e a presença de sangue nas fezes, podendo vir acompanhados de irritação, noites mal dormidas e choro na hora da amamentação.

Como é feito o diagnóstico?

O recomendável é procurar o pediatra e um especialista em alergia assim que os sintomas forem notados. Tais profissionais poderão orientar em relação a alimentos suspeitos, intervalo entre o aparecimento dos sintomas e possíveis tratamentos importantes para a construção do diagnóstico.

Há dois testes disponíveis: um que pode ser diretamente na pele e outro por meio de coleta de sangue. Ambos acusam excesso de anticorpos específicos, o que aponta para a ocorrência do quadro alérgico.

Tratamento adequado

Quando confirmada a doença, o médico irá orientar a retirada da proteína animal do leite e seus derivados da dieta. Leite de soja é permitido.

Porém, bebês precisam do alimento para ganhar calorias e ter um desenvolvimento saudável. Nesse caso, os médicos geralmente prescrevem o consumo de fórmulas hipoalergênicas, nas quais a proteína já vem fracionada, diminuindo o risco de reação alérgica.

Familiares devem ficar atentos a rótulos e orientar crianças maiores (com 2 anos de idade ou mais) a não ingerirem nada que contenha leite, explicando seus motivos e consequências. É fundamental, também, comunicar a escola.

Quais outros alimentos ajudam a equilibrar a falta ou a deficiência de cálcio?

Uma boa alternativa é ter/manter uma dieta saudável e rica em frutas e legumes. Vegetais de cor verde-escura, como brócolis, couve e agrião, são excelentes alternativas, assim como a inclusão de suco de laranja e peixes (como salmão e sardinha) no cardápio.

É importante destacar que nosso organismo precisa de 1.200 a 1.500 mg de cálcio por dia, sendo que, algumas vezes, é preciso ingerir suplementos específicos, os quais devem ser prescritos pelo pediatra.

Fonte: Revista Crescer
Imagem: Fotolia

Comunicado Importante


O Grupo Elo Seguros e Benefícios bloqueou temporariamente as adesões pela operadora AMI para todas as entidades devido ao período de renovação do contrato. Durante este intervalo, as inclusões estarão suspensas.


Comunicado Importante


O Grupo Elo Seguros e Benefícios bloqueou temporariamente as adesões pela operadora AMI para todas as entidades devido ao período de renovação do contrato. Durante este intervalo, as inclusões estarão suspensas.


Comunicado Importante


O Grupo Elo Seguros e Benefícios bloqueou temporariamente as adesões pela operadora AMI para todas as entidades devido ao período de renovação do contrato. Durante este intervalo, as inclusões estarão suspensas.


Comunicado Importante


O Grupo Elo Seguros e Benefícios bloqueou temporariamente as adesões pela operadora AMI para todas as entidades devido ao período de renovação do contrato. Durante este intervalo, as inclusões estarão suspensas.


Comunicado Importante


O Grupo Elo Seguros e Benefícios bloqueou temporariamente as adesões pela operadora AMI para todas as entidades devido ao período de renovação do contrato. Durante este intervalo, as inclusões estarão suspensas.


Comunicado Importante


O Grupo Elo Seguros e Benefícios bloqueou temporariamente as adesões pela operadora AMI para todas as entidades devido ao período de renovação do contrato. Durante este intervalo, as inclusões estarão suspensas.